<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Carlos Gustavo Yoda &#187; indicadores</title>
	<atom:link href="http://yoda.jor.br/tag/indicadores/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://yoda.jor.br</link>
	<description>jornalista = comunicador de redes</description>
	<lastBuildDate>Wed, 01 Sep 2010 02:50:16 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Indicadores sobre o internauta brasileiro</title>
		<link>http://yoda.jor.br/indicadores-sobre-o-internauta-brasileiro/</link>
		<comments>http://yoda.jor.br/indicadores-sobre-o-internauta-brasileiro/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 17:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yoda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura digital]]></category>
		<category><![CDATA[folha]]></category>
		<category><![CDATA[indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[reuters]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://yodajor.wordpress.com/2008/02/23/indicadores-sobre-o-internauta-brasileiro/</guid>
		<description><![CDATA[<br/>A imprensa nacional repercutiu a pesquisa do Ibope/NetRatings, divulgada na sexta-feira (dia 22), que revelou que o Brasil já ultrapassou a marca de 21 milhões de internautas residenciais ativos. Conforme a Folha de S.Paulo, no mesmo período de 2005, o volume de brasileiros que acessam a rede de casa praticamente dobrou em três&#160;anos.
O portal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>A imprensa nacional repercutiu a pesquisa do Ibope/NetRatings, divulgada na sexta-feira (dia 22), que revelou que o Brasil já ultrapassou a marca de 21 milhões de internautas residenciais ativos. Conforme a Folha de S.Paulo, no mesmo período de 2005, o volume de brasileiros que acessam a rede de casa praticamente dobrou em três&nbsp;anos.</p>
<p>O portal de notícias da Globo - G1 - repercutiu reportagem da agência Reuters. O ganho de 7,1 milhões de internautas residenciais ativos, aqueles que navegaram pela Web em casa pelo menos uma vez no mês, representa o maior crescimento entre os dez países medidos com a mesma metodologia.<br />
<blockquote>“Desde 2004 não se registrava um crescimento percentual tão grande. Nos últimos meses, desde setembro, estamos vendo aumentos consideráveis, acima dos 45 por cento”, afirmou à Reuters o analista de mídia José Calazans, da empresa de&nbsp;pesquisa.</p></blockquote>
<p>O Brasil tem 39 milhões de pessoas que acessam a internet de qualquer ambiente (residência, trabalho, escola, <span class="caps">LAN</span> houses, bibliotecas etc), número relativo ao terceiro trimestre de 2007. Também trimestral, o total de pessoas com acesso residencial à internet (mas que não necessariamente usufruem do meio) em dezembro de 2007 continuou em 32,1 milhões de&nbsp;indivíduos.</p>
<p>Apesar de os números surpreenderem, penso nos 32,1 milhões de indivíduos que têm acesso à internet em casa e não utilizam o meio. Sensação de que não há ninguém preocupado com isso, ou propostas de desenvolver alguns trabalhos com essas pessoas. Afinal, quem está de fora da cultura digital? Ou a aversão vai só até conseguir parcelar o novo aparelho de&nbsp;televisão.</p>
<p>Mais informações no portal do <a href="http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=6&amp;proj=PortalIBOPE&amp;pub=T&amp;nome=home_materia&amp;db=caldb&amp;docid=01D18F412FE8D460832573F70050CD29">Ibope</a>.
<div class="blogger-post-footer">caderno2pontozero.blogspot.com</div>
<h4 class='related-posts-header'>relacionados://</h4><ul class="related-posts-list"><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/convocacao-por-politicas-de-comunicacao-na-baixada-santista/">Convocação por políticas de comunicação na Baixada&nbsp;Santista</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/tendencias-de-um-debate-cultural/">Tendências de um debate&nbsp;cultural</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/cibercultura-desembarca-ideias-em-santos/">Cibercultura desembarca ideias em&nbsp;Santos</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/o-momento-certo-para-discutir-comunicacao/">O momento certo para discutir&nbsp;comunicação</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/a-midia-em-debate-3/">A Mídia em&nbsp;Debate</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/articulacao-da-baixada-pro-conferencia-agenda-1%c2%aa-reuniao-3/">Articulação da Baixada Pró-Conferência agenda 1ª&nbsp;reunião</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/mst-na-mira/"><span class="caps">MST</span> na&nbsp;mira</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/gravadoras-procuram-recuperar-mercado-em-parceria-com-myspace/">Gravadoras procuram recuperar mercado em parceria com&nbsp;MySpace</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/campus-party-expoe-conflitos-profissionais-da-comunicacao/">Campus Party expõe conflitos profissionais da&nbsp;comunicação</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/cinema-nacional-em-alta/">Cinema nacional em&nbsp;alta</a> </li></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://yoda.jor.br/indicadores-sobre-o-internauta-brasileiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tendências de um debate cultural</title>
		<link>http://yoda.jor.br/tendencias-de-um-debate-cultural/</link>
		<comments>http://yoda.jor.br/tendencias-de-um-debate-cultural/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 20:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yoda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia criativa]]></category>
		<category><![CDATA[folha]]></category>
		<category><![CDATA[gilberto gil]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
		<category><![CDATA[indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[paula porta]]></category>
		<category><![CDATA[política cultural]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://yodajor.wordpress.com/2008/02/07/tendencias-de-um-debate-cultural/</guid>
		<description><![CDATA[<br/>Tendências e Debates da Folha de S.Paulo abriu espaço na quarta-feira, dia 6, para o ministro da Cultura, Gilberto Gil, e a coordenadora do Programa de Desenvolvimento da Economia da Cultura (Prodec), Paula Porta. O MinC aproveitou o espaço do jornal para apresentar alguns dados da segunda pesquisa de indicadores para o setor realizada pelo&#160;IBGE.
Segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>Tendências e Debates da Folha de S.Paulo abriu espaço na quarta-feira, dia 6, para o ministro da Cultura, Gilberto Gil, e a coordenadora do Programa de Desenvolvimento da Economia da Cultura (Prodec), Paula Porta. O MinC aproveitou o espaço do jornal para apresentar alguns dados da segunda pesquisa de indicadores para o setor realizada pelo&nbsp;<span class="caps">IBGE</span>.</p>
<p>Segundo os representantes do governo federal, o Brasil tem evidente vocação para tornar a economia da cultura um vetor de desenvolvimento qualificado, em razão de nossa diversidade e alta capacidade criativa. A economia da cultura, que envolve produção, circulação e consumo de produtos e serviços culturais, já responde por 7% do <span class="caps">PIB</span> mundial. Os produtos culturais são o principal item da pauta de exportações dos Estados Unidos e representam 8% do <span class="caps">PIB</span> da Inglaterra. O setor vem ganhando&nbsp;atenção.</p>
<p>Além de destacar parcerias na formulação de novas políticas, Gil e Paula Porta afirmam que o desenvolvimento da economia da cultura exige mecanismos diversificados de fomento, diferentes da política de fomento via leis de incentivo fiscal.<br />
<blockquote>"É preciso formular ações integradas e contínuas que enfrentem os gargalos, sobretudo quanto à distribuição de produtos e espetáculos e à democratização do acesso ao rádio e à <span class="caps">TV</span>. Implantar uma estratégia para esse setor é um desafio imediato se quisermos aproveitar oportunidades geradas pelas novas&nbsp;tecnologias."</p></blockquote>
<div class="blogger-post-footer">caderno2pontozero.blogspot.com</div>
<h4 class='related-posts-header'>relacionados://</h4><ul class="related-posts-list"><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/indicadores-sobre-o-internauta-brasileiro/">Indicadores sobre o internauta&nbsp;brasileiro</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/convocacao-por-politicas-de-comunicacao-na-baixada-santista/">Convocação por políticas de comunicação na Baixada&nbsp;Santista</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/lei-geral-das-artes-esquenta-debate-de-financiamento-da-cultura/">Lei Geral das Artes esquenta debate de financiamento da&nbsp;cultura</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/de-olho-nas-selecoes-publicas/">De olho nas seleções&nbsp;públicas</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/o-mundo-dos-nerds-em-sao-paulo/">O mundo dos nerds em São&nbsp;Paulo</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/cinema-nacional-em-alta/">Cinema nacional em&nbsp;alta</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/diga-ao-povo-que-fico/">Diga ao povo que&nbsp;fico!</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/inexpressao-da-criatividade-politica/">Inexpressão da criatividade&nbsp;política</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/turismo-dos-bons-negocios-da-inclusao-social/">Turismo dos bons negócios da inclusão&nbsp;social</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/televisao-de-olho-puxado-2/">Televisão de olho&nbsp;puxado</a> </li></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://yoda.jor.br/tendencias-de-um-debate-cultural/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cinema nacional em alta</title>
		<link>http://yoda.jor.br/cinema-nacional-em-alta/</link>
		<comments>http://yoda.jor.br/cinema-nacional-em-alta/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yoda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[festivais]]></category>
		<category><![CDATA[indicadores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://yodajor.wordpress.com/2008/01/23/cinema-nacional-em-alta/</guid>
		<description><![CDATA[<br/>Reportagem da Agência Brasil do dia 23 destacou a revelação de aumento de público para o cinema nacional. Um estudo inédito realizado pelo Fórum de Festivais e pelo Instituto Brasileiro de Estudos de Festivais Audiovisuais (Ibefest) identificou que a popularidade do cinema brasileiro vem&#160;aumentando.
O Diagnóstico Setorial 2007/Indicadores 2006 dos Festivais Audiovisuais mostrou que, só em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>Reportagem da <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/01/23/materia.2008-01-23.0725759527/view">Agência Brasil</a> do dia 23 destacou a revelação de aumento de público para o cinema nacional. Um estudo inédito realizado pelo Fórum de Festivais e pelo Instituto Brasileiro de Estudos de Festivais Audiovisuais (Ibefest) identificou que a popularidade do cinema brasileiro vem&nbsp;aumentando.</p>
<p>O Diagnóstico Setorial 2007/Indicadores 2006 dos Festivais Audiovisuais mostrou que, só em em 2006, as produções nacionais reuniram público de 2.209.559 de pessoas nos festivais. No mesmo ano, mais de 9 milhões de brasileiros visitaram as salas de cinema para assistir a filmes&nbsp;nacionais.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, o número de festivais de cinema também cresceu no país, passando de 44, em 2000, para 132 em 2006, o que significa aumento médio de 19,82% por ano. Roraima e Acre foram os únicos estados que não organizaram festivais nesse período. O diagnóstico informou também que a Região Sudeste concentra a maioria dos eventos:&nbsp;51%.</p>
<p>O lançamento da pesquisa ocorreu durante o décimo encontro dos integrantes do Fórum de Realizadores de Eventos Audiovisuais Brasileiros, no  dia 21 de janeiro, em Belo Horizonte.<span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;font-size:85%;"><span style="background-color:rgb(102, 255, 204);font-size:100%;"><strong></strong></span></span></span></span>
<div class="blogger-post-footer">caderno2pontozero.blogspot.com</div>
<h4 class='related-posts-header'>relacionados://</h4><ul class="related-posts-list"><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/indicadores-sobre-o-internauta-brasileiro/">Indicadores sobre o internauta&nbsp;brasileiro</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/tendencias-de-um-debate-cultural/">Tendências de um debate&nbsp;cultural</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/as-novas-cacadas-do-audiovisual/">As novas caçadas do&nbsp;Audiovisual</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/cineclube-polis-promove-sessao-de-ctrl-v-video-control/">Cineclube Pólis promove sessão de <span class="caps">CTRL</span>-V :: video&nbsp;control</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/furia-empresarial-contra-a-america-latina/">Fúria empresarial contra a América&nbsp;Latina</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/transformacoes-do-mercado-jornalistico-3/">Transformações do mercado&nbsp;jornalístico</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/lei-geral-das-artes-esquenta-debate-de-financiamento-da-cultura/">Lei Geral das Artes esquenta debate de financiamento da&nbsp;cultura</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/china-restringe-animacoes-estrangeiras-na-tv/">China restringe animações estrangeiras na&nbsp;<span class="caps">TV</span></a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/a-guerra-do-valor-agregado/">A guerra do valor&nbsp;agregado</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/nada-de-festa-para-o-globo-de-ouro/">Nada de festa para o Globo de&nbsp;Ouro</a> </li></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://yoda.jor.br/cinema-nacional-em-alta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estudo econômico da cultura é fundamental para elaboração de políticas públicas</title>
		<link>http://yoda.jor.br/estudo-economico-da-cultura-e-fundamental-para-elaboracao-de-politicas-publicas/</link>
		<comments>http://yoda.jor.br/estudo-economico-da-cultura-e-fundamental-para-elaboracao-de-politicas-publicas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 14:59:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yoda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carta Maior]]></category>
		<category><![CDATA[CULT]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia da cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Enecult]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[iiienecult]]></category>
		<category><![CDATA[indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[minc]]></category>
		<category><![CDATA[política cultural]]></category>
		<category><![CDATA[UFBA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://yoda.jor.br/?p=430</guid>
		<description><![CDATA[<img src="http://yoda.jor.br/arquivos/2009/04/carta-maior.gif" width="172" height="65" alt="" title="Carta Maior" /><br/>O Estado tem um papel vital no fortalecimento da economia da cultura, seja no fomento do desenvolvimento de atividades e expressões, seja na mediação entre os interesses do mercado e da sociedade. 
Carlos Gustavo&#160;Yoda*
Quando Gilberto Gil assumiu o Ministério da Cultura, a elaboração e gestão de políticas públicas foram divididas em três eixos de atuação: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://yoda.jor.br/arquivos/2009/04/carta-maior.gif" width="172" height="65" alt="" title="Carta Maior" /><br/><p><em>O Estado tem um papel vital no fortalecimento da economia da cultura, seja no fomento do desenvolvimento de atividades e expressões, seja na mediação entre os interesses do mercado e da sociedade. </em></p>
<p><strong>Carlos Gustavo&nbsp;Yoda*</strong></p>
<p>Quando Gilberto Gil assumiu o Ministério da Cultura, a elaboração e gestão de políticas públicas foram divididas em três eixos de atuação: simbólico, cidadão e econômico. Raros são os estudos acadêmicos que se propõem a dialogar sobre economia e cultura com a profundidade que esta complexa dimensão da cultura necessita. Um dos motivos da falta de pensamento acerca do tema, de acordo com pesquisadores que participaram do <span class="caps">III</span> Enecult (leia mais), é a ausência de dados estatísticos para estudar a chamada indústria&nbsp;criativa.</p>
<p>Como já afirmou o ministro, o Estado tem um papel vital no fortalecimento da economia da cultura, seja no levantamento do potencial, seja no planejamento das ações, na articulação dos agentes econômicos e criativos, na mobilização da energia social disponível, no fomento direto, na regulação das relações entre agentes econômicos, na mediação dos interesses dos agentes econômicos e dos interesses da sociedade, assim como na fiscalização das atividades. “Não se trata de reabilitar o Estado produtor de cultura, ou o Estado dirigista. Ao contrário. Parte-se do princípio de que o Estado pode e deve estimular um ambiente favorável ao desenvolvimento de empresas e criadores, para que o mercado possa ampliar-se e realizar seu potencial, não apenas de auto-sustentabilidade, mas de ganhos sociais (emprego, renda, inclusão ao consumo de bens culturais)”, conclui o ministro, em palestra de 2005 (leia&nbsp;aqui).</p>
<p>As atividades culturais já constituem um dos setores mais dinâmicos da economia mundial. Segundo levantamento da PriceWaterhouse Coopers, a economia da cultura no planeta crescerá em média 6,3% ao ano no período 2004/2008, para um crescimento geral de&nbsp;5,7%.</p>
<p>O impacto econômico da cultura pode ser ainda maior se visto sob uma interpretação antropológica mais ampla sobre o que é cultura. Para o economista Fábio Sá Earp, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, os economistas só conseguem ver uma forma de negociação: o comércio, enquanto, segundo o consenso acadêmico presente no encontro de Salvador, cultura é tudo o que fazemos do nosso tempo&nbsp;livre.</p>
<p>Dessa forma, podemos interpretar como economia criativa todo o consumo de conteúdo informativo, da venda de jornais a quanto uma emissora de tevê recebe de verbas publicitárias; da pechincha de um boneco de mestre Vitalino em uma feira livre, à escolha de um azulejo para uma cozinha; de uma sessão de um filme blockbuster no Cinemark, à aquisição de quatro devedês por dez reais em um camelô; da compra direta de um cocar indígena em uma aldeia à última roupa da moda na Daslu ou na&nbsp;Daspu.</p>
<p>Para Maria Salete Nery, doutoranda em Ciências Sociais da <span class="caps">UFBA</span>, há “um enlace, ou melhor, um engate entre economia e cultura que precisa ser reconhecido, debatido e aprofundado. Discutir moda, por exemplo, significa discutir os rumos do capitalismo”. A pesquisadora explica que desenvolveu um estudo que tomou como ponto de partida a produção do vestuário em Salvador. Porém, como os caminhos que a curiosidade guiou o olhar, a pesquisa abrangeu um universo muito mais amplo e alcançou uma discussão cultural central na relação humana: a busca da&nbsp;identidade.</p>
<p>“O Brasil não exporta apenas maiôs e biquínis ‘made in brazil’. Exportamos o jeito de se exibir do verão brasileiro. Mais do que uma peça de roupa, o que se comercializa nas indústrias criativas é o valor simbólico das coisas. E isso é difícil de medir”, pontua Maria&nbsp;Salete.</p>
<p>O economista venezuelno, Daniel Mato, entende que todas as indústrias são culturais: “Sempre é possível fazer uma análise, do que quer que seja, com um olhar cultural”. Matos considera que toda relação parte de princípios intangíveis. Segundo ele, devemos nos questionar por que é um processo cultural comer uma feijoada em Nova Iorque e em São Paulo não é. Assim, até mesmo os hábitos alimentares, da gastronomia de tradições, podem ser incluídos entre as estatísticas da&nbsp;cultura.</p>
<p><strong>Indicadores Estatísticos</strong><br />
Antônio Carvalho Cabral, <span class="caps">FGV</span> Direito – Rio, diz que é difícil encontrar informações sobre as indústrias culturais: “Eles vivem dentro de um mundo paralelo, onde muita coisa acontece de forma informal, como o jabá nas rádios e&nbsp;tevês”.</p>
<p>Conforme relatório do <span class="caps">BNDES</span>, no Brasil, os dados são incipientes, mas ainda assim reveladores. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada - Ipea, o setor respondia, em 2004, por 5% dos empregos formais do país. O Mercosul Cultural informa que, em 2004, o impacto no <span class="caps">PIB</span> era de 5%. Pesquisa da Fundação João Pinheiro, por sua vez, indica que, de 1985 a 1994, as atividades culturais respondiam por 160 novos postos de trabalho por cada R$ 1 milhão investidos, superando o turismo, a construção civil e os demais&nbsp;setores.</p>
<p>Economista ligado à Secretaria de Políticas Culturais do MinC, Felipe de Oliveira Ribeiro afirma que o estudo econômico da cultura é fundamental para a formulação de políticas públicas. Felipe trabalha atualmente na finalização do Anuário Estatístico da Cultura Brasileira, que deve ser lançado em setembro, para municiar constantemente o aprofundamento de pesquisas para formulação e monitoramento das políticas&nbsp;culturais.</p>
<p>O representante do Ministério, que também apresentou trabalho no <span class="caps">III</span> Enecult, explica que o ideal seria abranger nos indicadores as três dimensões da cultura (simbólica, cidadã e econômica), porém, torna-se praticamente inviável medir a dimensão simbólica da&nbsp;cultura.</p>
<p>Felipe Ribeiro utiliza como exemplo da complexidade dos estudos a cadeia produtiva da música, que se dá através de um tripé produção, distribuição e consumo. “A economia da música é baseada em economias de grande escala, em um processo controlado, em sua maior parte, por grandes gravadoras”, destaca. Com todo o entendimento já comum das práticas tradicionais da indústria cultural e o estudo de novas práticas informais de produção (leia mais), o pesquisador do MinC acredita que os formuladores de políticas podem pensar novos modelos de negócios para a cultura, valorizando mais os produtores culturais do que os atravessadores hegemônicos da indústria&nbsp;cultural.</p>
<p><strong>Carência dos Números</strong><br />
O diretor de cinema e televisão argentino, Octavio Getino, lembra que os primeiros estudos sobre economia e cultura datam de 1910, na Alemanha. Ele lembra que, em 99, participou de um estudo sobre as dimensões culturais e o processo de integração do Mercosul: “Os departamentos de economia dos países envolvidos não computavam a movimentação sobre cultura porque simplesmente não sabiam o que poderia ser inserido como&nbsp;cultural”.</p>
<p>No ano passado, o <span class="caps">IBGE</span>, pela primeira vez, iniciou estudos e já está desenvolvendo um censo cultural que deve levantar toda a discussão econômica e estatística da cultura brasileira. Na Bahia, também já está em início de trabalho o Observatório Internacional para Indústrias da Criatividade. Isaura Botelho, que participa da análise dos dados do <span class="caps">IBGE</span> afirma que o processo de estudos acadêmicos não é tão veloz como as políticas necessitam, mas, em breve, uma análise mais profunda sobre a cultura no Brasil de hoje deve dar sustentação para a urgência de novas políticas de regulação para o&nbsp;setor.</p>
<p><strong>(*) Carlos Gustavo Yoda cobriu o <span class="caps">III</span> Enecult para o 100canais a convite da organização do&nbsp;evento.</strong></p>
<h4 class='related-posts-header'>relacionados://</h4><ul class="related-posts-list"><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/convencao-precisa-dos-movimentos-sociais-para-partir-para-a-praxis/">Convenção precisa dos movimentos sociais para partir para a&nbsp;práxis</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/as-politicas-culturais-e-o-pensamento-multidisciplinar-academico/">As políticas culturais e o pensamento multidisciplinar&nbsp;acadêmico</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/na-era-gilberto-gil-as-politicas-culturais-alcancam-visao-antropologica-da-cultura/">Na era Gilberto Gil, as políticas culturais alcançam visão antropológica da&nbsp;Cultura</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/encontro-consolida-multidisciplinaridade-de-estudos-em-cultura/">Encontro consolida multidisciplinaridade de estudos em&nbsp;cultura</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/cobertura-do-iii-enecult-em-2007/">Cobertura do <span class="caps">III</span> Enecult em&nbsp;2007</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/ultimos-dias-para-submissao-de-trabalhos-no-vi-enecult/">Últimos dias para submissão de trabalhos no <span class="caps">VI</span> <span class="caps">ENECULT</span> </a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/lia-calabre-%e2%80%9cestamos-retomando-pressupostos-marioandradianos%e2%80%9d/">Lia Calabre: “Estamos retomando pressupostos&nbsp;marioandradianos”</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/salvador-sedia-maior-evento-de-estudos-em-cultura-do-pais-4/">Salvador sedia maior evento de estudos em cultura do&nbsp;país</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/nova-lei-rouanet-em-debate-2/">Nova Lei Rouanet em&nbsp;debate</a> </li><li class="related-post"><a href="http://yoda.jor.br/tendencias-de-um-debate-cultural/">Tendências de um debate&nbsp;cultural</a> </li></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://yoda.jor.br/estudo-economico-da-cultura-e-fundamental-para-elaboracao-de-politicas-publicas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
