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	<title>Carlos Gustavo Yoda &#187; culturaemercado</title>
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		<title>Sobre o carnaval do abadá</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 22:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yoda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://yoda.jor.br/arquivos/2009/04/caderno2_logo.gif" width="200" height="97" alt="" title="Caderno2.0" /><br/>Carnaval 2008. Globeleza. A cultura. O mercado. O Estado de S.Paulo entende que tudo se resolve esse ano entre Abadás e oferendas a Iemanjá, onde ficar em casa  seria um pecado em Salvador. A capital baiana recebe nessa época 2 milhões de pessoas, segundo estimativas da Empresa de Turismo de Salvador&#160;(Emtursa).
O serviço publicitário destacou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://yoda.jor.br/arquivos/2009/04/caderno2_logo.gif" width="200" height="97" alt="" title="Caderno2.0" /><br/><p>Carnaval 2008. Globeleza. A cultura. O mercado. O Estado de S.Paulo entende que tudo se resolve esse ano entre Abadás e oferendas a Iemanjá, onde ficar em casa  seria um pecado em Salvador. A capital baiana recebe nessa época 2 milhões de pessoas, segundo estimativas da Empresa de Turismo de Salvador&nbsp;(Emtursa).</p>
<p>O serviço publicitário destacou as informações sobre compra de abadás de Chiclete com Banana, Araketu, Daniela Mercury e Babado Novo, organizados pela <a href="http://home.centraldocarnaval.com.br/corp/sc.asp">Central do Carnaval</a> e Ivete Sangalo.  <span style="text-decoration:underline;"></span><br />
<blockquote>"Da segunda metade do século <span class="caps">XX</span> para cá, chegaram os trios elétricos que romperam com a festa elitizada dos clubes e mansões. Só que hoje, o trio elétrico é quem atende à elite. A música do Caetano Veloso expressou muito bem em sua época: ‘Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu’ (1969). Com o passar do tempo, esse trio elétrico foi transformado em mercadoria e instrumento de ganho de capital. Então nasceu a corda para cercá-lo, e surgiram os blocos pagos, e os camarotes. Então, atrás do trio elétrico só vai quem pode pagar”, analisa o professor de Geografia da <span class="caps">UFBA</span>, Clímaco Dias, em entrevista à Carta Maior e <a href="http://www.culturaemercado.com.br/setor.php?pid=2485&amp;setor=36">Cultura e Mercado em&nbsp;2007</a>.</p></blockquote>
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		<title>Imprensa comparece em massa para CNPC</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 14:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yoda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<br/>A imprensa compareceu em massa na posse dos membros do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC), no último dia 19 de dezembro. Pena que não ficou até o final para conversar com algum dos os quarenta e seis integrantes do espaço de diálogo com as mais diversas representações governamentais, sociais e culturais. Depois de confirmada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p><span style="font-family:arial;font-size:100%;">A imprensa compareceu em massa na posse dos membros do Conselho Nacional de Políticas Culturais (<span class="caps">CNPC</span>), no último dia 19 de dezembro. Pena que não ficou até o final para conversar com algum dos os quarenta e seis integrantes do espaço de diálogo com as mais diversas representações governamentais, sociais e culturais. Depois de confirmada a informação de que o presidente Lula não iria para o Hotel Nacional de Brasília, a área reservada à imprensa simplesmente&nbsp;esvaziou-se.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">A pauta ignorada</span><br />Repórteres, câmeras, fotógrafos e curiosos foram-se embora. Não estava lá para ver e tirar fotografia. Nem temos estrutura ainda de reportagem em Brasília. Alguns relatos contam, a cobertura da imprensa sobre o assunto confirma. Não consigo entender se o desinteresse sobre as pautas políticas da cultura é proposital, estratégia, ou é cegueira das reportagens e chefias dessas redações de fabricação de&nbsp;salsichas.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">De repente, Sandy</span><br />Se de repente a Sandy fosse a ministra, talvez a grande imprensa pensaria no assunto. No que depender da Folha de S.Paulo, já é. O choro dos mil fãs que lotaram o Credicard Hall para despedirem-se da dupla que completou </span><span style="font-family:arial;font-size:100%;" class="Apple-style-span">17 anos de carreira, com 16 discos gravados e 15 milhões de cópias vendidas, foi o destaque da Ilustrada do dia 20 de dezembro.</span><span style="font-family:arial;font-size:100%;"><br /></span><span style="font-family:arial;font-size:100%;"><br /></span><span style="font-weight:bold;font-family:Times New Roman;font-size:100%;">Na pauta do Globo</span><span style="font-family:arial;font-size:100%;"><br /></span><span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;">No resto da mídia, nada muito diferente. Apenas O Globo um dia antes comentou que o presidente estaria no lançamento do Conselho e publicou uma <a href="http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2007/12/18/327663103.asp">reportagem de Evandro Éboli</a> que entrevistou Gustavo Vidigal, coordenador do Plano Nacional de Cultura. O Estadão que aproveitou o discurso sobre os conceitos democráticos do Conselho para pipocar de novo a questão da <a href="http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art98630,0.htm"><span class="caps">CPMF</span></a>.</span>
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		<title>Jornalismo cultural e cidadania digital</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 21:14:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yoda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://yoda.jor.br/arquivos/2009/04/culturaemercado.png" width="200" height="21" alt="" title="Cultura e Mercado" /><br/>Cultura e Mercado desta semana recebe mais uma brilhante colaboração no debate acerca do jornalismo cultural. Sergio Amadeu trata da cidadania digital e a sua relação com a imprensa. "A articulação de pessoas para as práticas colaborativas cria nuvens abertas de acesso e conexão, que se desdobra em fenômenos de solidariedade ciberespacial e que estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://yoda.jor.br/arquivos/2009/04/culturaemercado.png" width="200" height="21" alt="" title="Cultura e Mercado" /><br/><p>Cultura e Mercado desta semana recebe mais uma brilhante colaboração no debate acerca do jornalismo cultural. Sergio Amadeu trata da cidadania digital e a sua relação com a imprensa. "A articulação de pessoas para as práticas colaborativas cria nuvens abertas de acesso e conexão, que se desdobra em fenômenos de solidariedade ciberespacial e que estão recolocando a cidadania no cenário digital", afirma.Sociólogo e Doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo, Amadeu é professor da pós -graduação da Faculdade de Comunicação Cásper Líbero e militante do movimento de Software&nbsp;Livre.</p>
<p>Esteve na gestão de Lula, na Casa Civil, desenvolvendo um projeto de software livre para o governo federal.Em novembro, no Fórum Internacional - Mídia, Poder e Democracia, Amadeu já havia tratado dessa questão, onde coloca para o jornalismo uma nova perspectiva para além do profissional. O jornalista percebe-se o que ele sempre foi: um comunicador de redes. E o digital proporciona a liberdade do novo espaço público.O <a href="http://http://samadeu.blogspot.com/" title="http://samadeu.blogspot.com/">blog do autor</a> é atualizado constantemente com novidades sobre tecnologia, comunicação, cultura, educação, mídia e outras coisas interessantes do universo digital. Vale acompanhar <a href="http://samadeu.blogspot.com/feeds/posts/default" title="http://samadeu.blogspot.com/feeds/posts/default">o&nbsp;feed</a>.</p>
<p>Na I Oficina Itinerante de Jornalismo Cultural, no Intercom 2007, <a href="http://altcom.wordpress.com/2007/09/04/commons-quebra-de-monopolios-e-o-retorno-da-cultura-hacker/" title="http://altcom.wordpress.com/2007/09/04/commons-quebra-de-monopolios-e-o-retorno-da-cultura-hacker/">José Barbosa entrevistou o sociólogo</a>, sobre as ofensivas dos criadores de softwares proprietários contra a liberdade dos usuários da web. "A obsessão pelo lucro da Microsoft levou-a a criar um formato no qual pretende transformar no padrão mundial, o OpenXml. Militantes contra esse monopólio defendem a utilização do <span class="caps">ODF</span>, Open Document Format, que possibilitaria sua utilização em qualquer plataforma de gerenciamento". Assista à entrevista <a href="http://br.youtube.com/watch?v=9ftnncArfRg" title="http://br.youtube.com/watch?v=9ftnncArfRg">em vídeo no&nbsp;Youtube.</a></p>
<p>O próximo artigo da série Jornalismo Cultural em Pauta tratará da tendência de reduzir a literatura em segmentos de mercado. O leitor deixa de existir em detrimento da lógica do&nbsp;consumo.</p>
<p><strong>Confira também:<br />
</strong> <a href="http://www.culturaemercado.com.br/culturaepensamento/?p=13">O <span class="caps">JORNALISMO</span> <span class="caps">CULTURAL</span> <span class="caps">CONTRA</span> A <span class="caps">COMUNICA</span>ÇÃO</a> - <span class="caps">DAISI</span>&nbsp;<span class="caps">VOGEL</span></p>
<p><a href="http://www.culturaemercado.com.br/culturaepensamento/?p=15"><span class="caps">JORNALISMO</span> <span class="caps">CULTURAL</span> <span class="caps">COMO</span> <span class="caps">EXERC</span>Í<span class="caps">CIO</span> <span class="caps">CR</span>Í<span class="caps">TICO</span></a> - CÉ<span class="caps">LIA</span>&nbsp;<span class="caps">MOTA</span></p>
<p><a href="http://www.culturaemercado.com.br/culturaepensamento/?p=18"><span class="caps">JORNALISMO</span> E <span class="caps">CULTURA</span>: <span class="caps">UMA</span> <span class="caps">PAUTA</span> A <span class="caps">SER</span> <span class="caps">RECRIADA</span> - </a><span class="caps">ANGELITA</span>&nbsp;<span class="caps">LIMA</span></p>
<p><a href="http://www.culturaemercado.com.br/culturaepensamento/?p=16"><span class="caps">JORNALISMO</span> <span class="caps">CULTURAL</span>: <span class="caps">CAMPO</span> <span class="caps">DE</span> <span class="caps">PRODU</span>ÇÃO E <span class="caps">PR</span>Á<span class="caps">TICA</span> <span class="caps">PROFISSIONAL</span></a> - <span class="caps">ELIANE</span> FÁ<span class="caps">TIMA</span> <span class="caps">CORTI</span>&nbsp;<span class="caps">BASSO</span> </p>
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		<title>Democracia, comunicação e cultura</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Nov 2007 17:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yoda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<br/>O meio corporativo, tão preocupado há tempos com o "desenvolvimento cultural", aliado às políticas de renúncia fiscal e gigantescas estratégias publicitárias de mercado, caminha para a apropriação dos debates da "democracia cultural", e com ele já começa a carregar a "democratização dacia comunicação". As grandes empresas, ancoradas na propriedade privada dos valores imensuráveis do conhecimento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>O meio corporativo, tão preocupado há tempos com o "desenvolvimento cultural", aliado às políticas de renúncia fiscal e gigantescas estratégias publicitárias de mercado, caminha para a apropriação dos debates da "democracia cultural", e com ele já começa a carregar a "democratização dacia comunicação". As grandes empresas, ancoradas na propriedade privada dos valores imensuráveis do conhecimento, parecem não mais poder deixar de falar da necessidade em se inter-relacionar as políticas do campo da cultura com as da&nbsp;comunicação.</p>
<p>Prova disso é o artigo publicado em destaque no Boletim da Democratização Cultural, edição número 22, editado pela Instituto Votorantim.<br /><span class="texto_arial12_cinza"><br />
<blockquote>"A dificuldade do acesso à cultura é um fato, no Brasil, intimamente ligado às questões de desigualdade social existentes desde as origens. Historicamente, grande parte da população vive à margem das oportunidades de desenvolvimento individual - o que denota enfraquecimento também para o desenvolvimento coletivo -, tendo, muitas vezes, como principal fonte de entretenimento e cultura os programas veiculados pelos meios de comunicação. Não obstante, muitas vezes o produto cultural que lhes é destinado não reflete em nada a sua realidade, ou, ainda pior, retrata-a de forma caricata, revelando apenas suas mazelas. Essa influência direta da mídia sob a percepção do indivíduo a respeito de si mesmo limita a diversidade e as possibilidades de transformação e demonstra claramente a necessidade de articular o processo de democratização cultural junto ao de democratização dos meios de comunicação." (<a href="http://www.democratizacaocultural.com.br/Conhecimento/Noticias/Paginas/07110_cultura_comunicacao.aspx">leia na&nbsp;íntegra</a>)</p></blockquote>
<p></span><br />O texto, sem assinatura, apenas publicado como "notícia" me pareceu até bom, mas  remete a uma reflexão séria sobre os movimentos.  Para quem milita na área, entendo ser preciso usar esse diálogo que se abre, com os cuidados de sabermos mais com quem&nbsp;andamos.</p>
<p>A pergunta é: afinal, de que democracia estamos falando? É a democratização do <a href="http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/556780/">Jeca&nbsp;Total</a>?</p>
<p>Acabo de voltar do <a href="http://www.cult.ufba.br/e_forummpd.html">Fórum Internacional: Mídia, Poder e Democracia</a>, realizado em Salvador entre os dias 12 e 14 de novembro. A proposta de ação esteve centrado nas reflexões acerca da construção de observatórios de mídia e pouco falou-se acerca da busca da radicalização do processo&nbsp;democrático.</p>
<p>Há uma preocupação muito grande, uma espécie de protecionismo, quando o assunto é participação no lugar de representação do fazer jornalístico. o Fórum avançou no reconhecimento, principalmente dos que militam no Partido dos Trabalhadores e estão governo federal, da necessidade em se pensar e construir propostas de contra-poder aos grandes meios de comunicação. Mas em pouco serviu para a reflexão das novas propostas de comunicação em curso que dispensam a atenção dos mercados e da mercantilização dos&nbsp;saberes.</p>
<p>A apropriação dos debates acontece todo o tempo. Ignorá-los é o erro. O reconhecimento dos atores do campo de disputa ideológica é fundamental, dentro de uma lógica de pensamento complexo que compreenda as pessoas e o que elas representam. E o que representa a Votorantim se ocupar em falar em democratização da comunicação, precisa ser refletido por aqueles que lutam por essas&nbsp;bandeiras.</p>
<p>Empresas em transformação, mercado de ações, transformações sociais. O que ninguém vê, o que ninguém mede. O que vive. Viva! O eu com outro. O eu militante. O eu ongueiro. O eu burguês. O eu excluído. O eu quero incluir quem? E o eu vou incluir quem? Afinal, de que democracia se fala e se faz?
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		<title>Caderno 2.0 (ou o primeiro clichê)</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Nov 2007 15:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yoda</dc:creator>
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13/08/2007 Carlos Gustavo&#160;Yoda
Segundos cadernosO núcleo editorial de jornalismo cultural independente de Cultura e Mercado inaugura nesta semana uma nova coluna experimental que pretende colaborar com o debate sobre o jornalismo cultural contemporâneo. Amarrado à hegemonia pasteurizada dos segundos cadernos ilustrados, a pauta do repórter de cultura ficou restrita à agenda da indústria cultural e à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://yoda.jor.br/arquivos/2009/04/caderno2_logo.gif" width="200" height="97" alt="" title="Caderno2.0" /><br/><div>
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<p><i><br />13/08/2007 Carlos Gustavo&nbsp;Yoda</i></p>
<p><strong>Segundos cadernos<br /></strong>O núcleo editorial de jornalismo cultural independente de Cultura e Mercado inaugura nesta semana uma nova coluna experimental que pretende colaborar com o debate sobre o jornalismo cultural contemporâneo. Amarrado à hegemonia pasteurizada dos segundos cadernos ilustrados, a pauta do repórter de cultura ficou restrita à agenda da indústria cultural e à crítica artística na lógica do jabá ou de uma elite com padrões estéticos europeus. Enquanto isso, as escolas de jornalismo, ao invés de pensar e executar alternativas, estão preocupadas em inserir mais e mais técnicos da comunicação a alimentar esse mercado de trabalho.
<p><strong>Dois.ponto.zero<br /></strong>Salvo as exceções de centros e núcleos de estudo acadêmicos que compreendem a necessidade do estudo multidisciplinar com centralidade na cultura, é nas propostas alternativas de comunicação desenvolvidas na grande rede que o fazer jornalístico transforma-se - experimenta as formas que a tecnologia possibilita: produzir e reproduzir a informação ao infinito, em ambiente em que os modelos de negócio e a propriedade intelectual perdem sentido. Caderno 2.0 nasce na experiência de descobrir que as notícias que realmente importam para a cultura não estão apenas nos segundos cadernos. A cobertura sobre as movimentações da cultura vivem fragmentadas em manchetes econômicas, políticas e entrevistas pautadas na visão de sociedade da grande imprensa, os conteúdistas do&nbsp;mercado. </p>
<p><strong>Bom deixar claro<br /></strong>Não se pretende neste espaço, em momento algum, criar nenhum tipo de pseudo-observador de imprensa à moda de Alberto Dines, nem a pretensão de este autor ter se auto-intitulado o ombudsman do jornalismo cultural. Longe disso. O objetivo do Caderno 2.0 é inter-relacionar a pauta e a estratégia política dos meios de comunicação. Provocar o debate com o melhor e o pior que o jornalismo permite, sem sequer medi-los, apenas expondo-os. Dos comentários fofoqueiros sensacionalistas, às novas iniciativas e propostas tecnológicas. E assumiremos todas as nossas&nbsp;contradições.</p>
<p><strong>É só provocação<br /></strong>Que a coluna espalhada semanalmente no boletim de Cultura e Mercado torne-se apenas o início desse Caderno 2.0. Que ele seja construído ao longo de cada semana, de forma compartilhada, nos comentários. Que cada leitor de Cultura e Mercado faça parte, com novas notas e opiniões, desse caderno de webpages de tinta reluzente e de conteúdo que pensa a centralidade da cultura em uma sociedade&nbsp;democrática.</p>
<p><strong>Cultura e Pensamento</strong><br />Esta coluna faz parte de uma série de iniciativas do Instituto Pensarte em promover e compartilhar o debate sobre políticas públicas para a cultura. Cultura e Mercado promoverá, a partir de outubro, contemplado pelo edital Cultura e Pensamento 2007 do Ministério da Cultura, um debate on line com acadêmicos e artistas das cinco regiões do Brasil, além de pensadores estrangeiros, exatamente com o tema Jornalismo Cultural em&nbsp;Pauta..</p>
<p><strong><span class="caps">CADERNO</span> 2.0 - O primeiro&nbsp;clichê</strong></p>
<p><strong>“Procura-se um ministro”<br /></strong>A grande imprensa anda incomodada com a atuação de Gilberto Gil no Ministério da Cultura. Sob o bordão “Procura-se um ministro”, a Janela Indiscreta da revista Época dessa semana afirma que o governo busca um novo ministro da Cultura. Conforme o periódico, o governo avalia que Gilberto Gil deixou a função para seu secretário-executivo, Juca Ferreira, e que o ministro estaria pensando apenas em retomar à carreira&nbsp;musical.</p>
<p><strong>Quem procura acha!<br /></strong>Velhos ditados não falham, e o ministro apareceu no dia dez em uma sabatina no jornal Valor Econômico. O jornal ironizou as férias do ministro (o músico está lançando sua turnê Banda Larga pelo Brasil), com o título “As licenças poéticas de Gilberto Gil”. Questionando um suposto “apagão da cultura”, originado pelas férias do ministro e a greve dos servidores da cultura, Lobão, dos tempos de Acústico <span class="caps">MTV</span>, perguntou se Gil não temia ser “um precedente sombrio para uma nação à beira do nocaute ético?”. E o ministro respondeu ressaltando um trabalho de equipe e continuo facilitado pelas tecnologias da informação e da comunicação: “Creio que sim, que pode ser um exemplo de uma ética que não se restrinja à exigência do cumprimento de regras convencionalmente impostas, mas que se constitua por meio da eficácia de seu efetivo&nbsp;desempenho”.</p>
<p><strong>Sobre Legitimidade e Ética<br /></strong>Acerca da greve dos servidores da Cultura, o ministro considera a luta dos trabalhadores legítima. Sobre a ética entre sua vida de homem público do estado e a de Gil, o cantor e compositor de uma grande gravadora, o ministro não titubeou e questionando a pauta da sabatina, contra-atacou: "O que não cabe mais é a carga brutal de rejeição a uma iniciativa do governo, sob as mais diversas alegações, como foi no caso da&nbsp;Ancinav”.</p>
<p><strong>Furo ou Furada?<br /></strong>Tem gente até arranjando substituto. A coluna Bate e Rebate – Comentando os Fatos, do jornal O Estado do Maranhão, no dia nove de agosto elegeu o deputado Frank Aguiar (<span class="caps">PTB</span>-<span class="caps">SP</span> e vice-presidente da Comissão Permanente de Educação e Cultura da Câmara Federal) como possibilidade de ser o gestor das políticas culturais no Brasil. “Isso mesmo, não se sabe bem a origem do boato, mas já rola o papo do deputado forrozeiro Frank Aguiar como provável substituto do afável Gilberto Gil”, afirma a&nbsp;coluna. </p>
<p><strong>Novo Mercado<br /></strong>A Tec Toy não vê a hora de chegar o Novo Mercado da Bovespa. Depois dos sucessos lançados no fim dos anos 80, como o Pense Bem e o Master System, a Tec Toy pretende investir em um dos ramos de negócios que abrirão com a implantação do Sistema Brasileiro de <span class="caps">TV</span>&nbsp;Digital.</p>
<p><strong>Novo Brinquedo<br /></strong>O brinquedinho que a empresa pretende desenvolver, conforme anunciou o principal executivo da empresa, Fernando Fisher, em entrevista à Gazeta Mercantil, está relacionado à conversão do sinal aberto de tevê de digital, para televisores analógicos. As ferramentas necessárias para tal façanha serão conhecidas como setup boxes. Um setup Box funcionará como um conversor <span class="caps">UHF</span> – <span class="caps">VHF</span> ou de tevê digital pago. Quem quiser receber o sinal aberto digitalizado em sua tevê comum terá que comprar o tal&nbsp;brinquedinho.</p>
<p><strong>É Brinquedo, não!<br /></strong>Segundo Fisher, a expectativa é que até dezembro, a Tec Toy esteja no Novo Mercado. De acordo com as informações fornecidas pela Tec Toy, “a conversão das ações preferenciais em ordinárias será calculada com base na média das cotações das ações ordinárias e preferenciais nos últimos 30 pregões da Bovespa, ponderada pelo volume de negociação. A proposta também contempla o grupamento de ações na proporção de 20.000 para 1, devendo a Assembléia Geral definir o tratamento a ser dado às frações decorrentes”. Seja lá o que esses números significam, deixa claro que alguns poucos estão esperando ganhar muito dinheiro com isso&nbsp;tudo.</p>
<p><strong>É Dinheiro!<br /></strong>O presidente do grupo Meio e Mensagem, José Carlos de Salles Neto, diz que, no novo ciclo de expansão da economia, as empresas terão de investir muito mais em propaganda para fidelizar clientes e ampliar participação de mercado. Em entrevista à revista Isto É Dinheiro do dia 11, ele afirmou que em uma perspectiva de crescimento de 5% do <span class="caps">PIB</span>, como prevê o governo, o mercado publicitário deve crescer de 8% a 10% ao ano. O setor movimenta por ano cerca de <span class="caps">US</span>$ 12 bilhões no&nbsp;Brasil.</p>
<p><strong><span class="caps">TV</span> Pública<br /></strong>Estranho foi o comentário do publicitário sobre o que deve ser a <span class="caps">TV</span> Pública no Brasil. Sa<br />
lles Neto considera que a mídia comercial já cumpre “com muita competência” o papel democrático que caberia, segundo o governo, à comunicação pública. Será a entrevista mais uma campanha publicitária para eliminar o artigo 223 da Constituição, que prevê que o estado garanta a constituição do sistema público de radiodifusão, como complementar aos sistemas estatal e&nbsp;privado?</p>
<p><strong>Nota Póstuma<br /></strong>Após longa crise que se arrastava desde o início do ano, a Agência Carta Maior está encerrando seu trabalho de produção de conteúdo jornalístico orientado pelas bandeiras do Fórum Social Mundial. O www.cartamaior.com.br permanece no ar, mas cerca de 90% do corpo de editores e repórteres encerraram as atividades na última semana. Menos uma rica fonte de contra-informação. Menos um dos melhores veículos alternativos de comunicação de nossos tempos. Um novo editorial, no entanto, anuncia que Carta Maior, já incapaz de produzir o mesmo conteúdo que lhe deu o título de melhor veículo de hard news em meio eletrônico, pelo Portal Imprensa, continuará atuando como produtora de análise e&nbsp;opinião.</p>
<p>* publicado orginalmente em http://www.culturaemercado.com.br/setor.php?setor=32&amp;pid=3244</div>
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