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	<title>Carlos Gustavo Yoda &#187; artigo</title>
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	<description>jornalista = comunicador de redes</description>
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		<title>Opinião Nacional contra a Justiça Eleitoral</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 03:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yoda</dc:creator>
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		<category><![CDATA["Eleições 2008"]]></category>
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		<description><![CDATA[<br/>As Eleições 2008 já começaram e a primeira disputa acontece pela liberdade de comunicação entre candidatos e eleitores. Acontece que o Tribunal Superior Eleitoral emitiu um parecer a pedido de um deputado proibindo o uso de qualquer ferramenta da internet além da página do candidato.can.br durante os três meses de&#160;campanha.
O debate não ficou restrito às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>As Eleições 2008 já começaram e a primeira disputa acontece pela liberdade de comunicação entre candidatos e eleitores. Acontece que o Tribunal Superior Eleitoral emitiu um parecer a pedido de um deputado proibindo o uso de qualquer ferramenta da internet além da página do candidato.can.br durante os três meses de&nbsp;campanha.</p>
<p>O debate não ficou restrito às matérias e equívocos dos jornalões. A blogosfera manifestou-se fervorosamente nas últimas semanas e nesta quinta-feira (17 de abril), o programa Opinião Nacional, transmitido pela <span class="caps">TV</span> Cultura em São Paulo e pela rede pública de televisão para todo o Brasil, promoveu um debate fundamental que deve possibilitar uma ampla aliança nacional contra a tentativa do <span class="caps">TSE</span> de legislar sobre a rede mundial de&nbsp;computadores.</p>
<p>Participaram da acalorada conversa Sérgio Amadeu - sociólogo e doutor em Ciências Políticas; Marcelo Tas - apresentador, escritor e roteirista de televisão;<br />Manuela D´Ávila - deputada federal PCdoB/<span class="caps">RS</span>, pré-candidata à prefeitura de Porto Alegre; Ana Flora França e Silva - especialista em Direito Eleitoral, Secretária Judiciária do <span class="caps">TRE</span>-<span class="caps">PR</span>; Júlio Semeghini Neto - deputado federal do <span class="caps">PSDB</span>/<span class="caps">SP</span>; e José Américo - vereador do&nbsp;<span class="caps">PT</span>/<span class="caps">SP</span>.</p>
<p>É consenso entre legisladores e comunicólogos que as determinações do <span class="caps">TSE</span>, apresentadas em resposta na <a href="http://www.tse.gov.br/sadAdmSintese/pesquisa/actionBRSGetBin.do?configName=SINT&amp;docBinKey=46008">Resolução 22.718</a> assinada pelo Ministro Ari Pargendler, são absurdas. A Justiça Eleitoral trata a internet como meio de comunicação de massa, burramente, como o rádio e a&nbsp;televisão.</p>
<p>O parecer do <span class="caps">TSE</span> ainda precisa ser incluído na pauta do Supremo Tribunal Federal e aprovado pelos ministros. Até lá, os parlamentares prometem articular os partidos no Congresso para a realização de uma audiência pública. Quatro partidos já manifestaram-se contra a orientação da Justiça: <span class="caps">PSDB</span>, PCdoB, <span class="caps">PT</span> e o Partido Popular Socialista que já encaminhou uma nova consulta ao Tribunal solicitando revisão da&nbsp;resolução.</p>
<p>O <a href="http://www.eleicaodigital.com">Portal da Eleição Digital</a> (projeto desenvolvido pel'A Ponte) está com uma enquete sobre o assunto e está sendo atualizado diariamente com novidades e dicas para candidatos, assessores, comunicadores e eleitores aproveitarem ao máximo as possibilidades da web e da comunicação&nbsp;digital.</p>
<p>Edney, do <a href="http://www.interney.net">Interney</a>, enviou dois linques para textos com excelentes reflexões sobre o assunto no blog <a href="http://www.interney.net/blogs/imprensamarrom">Imprensa Marrom</a>. Partilho com vocês os&nbsp;argumentos:</p>
<p>- <a href="http://www.interney.net/blogs/imprensamarrom/2008/04/01/blogosfera_e_eleicoesinternet_o_que_pode/"><span class="caps">INTERNET</span> E <span class="caps">ELEI</span>ÇÕ<span class="caps">ES</span>: O <span class="caps">QUE</span> "<span class="caps">PODE</span>" E O <span class="caps">QUE</span> "NÃO <span class="caps">PODE</span>" <span class="caps">SEGUNDO</span> O&nbsp;<span class="caps">TSE</span></a></p>
<p>- <a href="http://www.interney.net/blogs/imprensamarrom/2008/04/02/tse_x_internet_mais_esclarecimentos/"><span class="caps">TSE</span> X <span class="caps">INTERNET</span>: <span class="caps">MAIS</span> <span class="caps">ESCLARECIMENTOS</span></a>
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		<title>Lei Geral das Artes esquenta debate de financiamento da cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 16:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yoda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<br/>A coluna da Sonia Racy, no jornal O Estado de São Paulo desta terça-feira, 25 de março, publica a seguinte nota, referindo-se a Celso&#160;Frateschi:
"O dublê de ator e presidente da Funarte não quer remendos na Lei Rouanet. Sua meta é 'reformar todo o edifício em vez de fazer um puxadinho'. Para tanto, mandou para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>A coluna da Sonia Racy, no jornal O Estado de São Paulo desta terça-feira, 25 de março, publica a seguinte nota, referindo-se a Celso&nbsp;Frateschi:</p>
<p><span class="dquo">"</span>O dublê de ator e presidente da Funarte não quer remendos na Lei Rouanet. Sua meta é 'reformar todo o edifício em vez de fazer um puxadinho'. Para tanto, mandou para o forno projeto que vai dar o que falar na classe artística. A 'Lei Geral das Artes' não só deve aperfeiçoar os mecanismos de renúncia fiscal como descentralizar incentivos&nbsp;culturais".</p>
<p>Cultura e Mercado não concorda com a coluna ao classificar Celso Frateschi como dublê. É um ator e um ativista cultural respeitado, com grandes serviços prestados à&nbsp;comunidade.</p>
<p>Não obstante, quer conhecer o projeto, seus fundamentos, para debatê-lo publicamente. E coloca algumas questões para aquecer essa&nbsp;discussão:</p>
<p><span style="font-weight:bold;">1)</span> Nada mais importante que a criação de uma Lei Geral das Artes. O mais importante é que as artes recebam finalmente um tratamento compatível com sua relevância social, educativa e como expressão dos indivíduos e de grupos sociais. E não apenas por sua faceta mercadológica, como o tratamento dado às artes pelas câmaras setorias criadas recentemente pela Funarte o&nbsp;faz.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">2)</span> Que a sociedade e as organizações culturais sejam articuladas, consultadas e participadas do processo, sob o risco de vivenciarmos uma nova Ancinav, ou mesmo uma Lei Geral das Comunicações. Ainda há tempo e capital político para se discutir algo dessa dimensão, mas é preciso aprender com o&nbsp;passado.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">3)</span> Se a Lei Geral das Artes vai substituir a Lei Rouanet, corre o risco de nascer equivocada. A lei de incentivo é somente um mecanismo para convocar empresas a participação dos processos culturais do país. Não é uma lei de financiamento público às artes. Se o Ministério da Cultura o tem nessa conta, está equivocado e contribui para que a sociedade o entende de maneira igualmente equivocada. Ou seja, que venha a Lei Geral, mas não é preciso acabar com os incentivos e toda uma dependência do mercado, para sancioná-la. São dois departamentos diferentes, que estão ligados por pura falta de novos mecanismos de financiamento, como os aqui&nbsp;propostos.</p>
<p><span style="font-weight:bold;"><br />4)</span> Ainda sobre o discurso anti-Lei Rouanet deste governo, vale ressaltar que alguns veículos de comunicação atribuíram a fala do presidente da Funarte como algo científico e embasado por números. Mas na verdade há um monte de achismos. Não há nada que prove que o público do teatro diminuiu e os preços aumentaram por causa da Lei Rouanet. Ela virou bode expiatório da própria inabilidade governamental para lidar com este que é o principal instrumento de financimento à&nbsp;cultura.</p>
<p><span style="font-weight:bold;"><br />5) </span>Por último e ainda sobre a Lei Rouanet, vale ressaltar o que já é público e notório. Sua revisão e reformulação é mais do que necessária. O que não podemos mais assistir é o açoitamento público deste mecanismo, como se ele não fosse responsabilidade do próprio&nbsp;governo. </p>
<p>Publicado originalmente em <span style="font-weight:bold;"><a href="http://www.culturaemercado.com.br/setor.php?setor=6&amp;pid=3833">Cultura e Mercado</a></span>
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		<title>Diga ao povo que fico!</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yoda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<br/>No dia 18, o Zero Hora publicou uma nota afirmando que Gilberto Gil havia desistido de deixar o Ministério da Cultura e que continaria a missão de gestor das políticas públicas nacionais o setor. "Quando falei que ia sair do ministério, estava assustado  porque era a segunda vez que teria de operar minhas cordas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><div>No dia 18, o Zero Hora publicou uma nota afirmando que Gilberto Gil havia desistido de deixar o Ministério da Cultura e que continaria a missão de gestor das políticas públicas nacionais o setor. "Quando falei que ia sair do ministério, estava assustado  porque era a segunda vez que teria de operar minhas cordas vocais", disse o&nbsp;ministro.</p>
<p>O plano do governo Lula é de investir cerca de 4,7 bilhões de reais até 2010 <span class="caps">PAC</span> Social. Mas, mesmo assim no entendimento do ministro é pouco e algumas pautas estão sendo recolocadas na mesa. Em <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/01/19/materia.2008-01-19.4760782308/view">entrevista ao repórter Alex Rodrigues </a>da Radiobrás, o ministro defendeu a reformulação da lei de incentivo à cultura via renúncia&nbsp;fiscal.</p>
<p>“É necessário corrigir mecanismos na lei que permitam o cumprimento da exigência de regionalização, do compromisso com a produção artística local”, disse Gil enquanto retornava de sua viagem de dois dias ao Amazonas. De acordo com o ministro, a legislação tem permitido, entre outras coisas, que as empresas invistam apenas em espetáculos e ações de grande visibilidade, em sua maioria, na Região Sudeste e ao longo do litoral.<br />
<blockquote>“Isso tem de estar casado com a capacidade orçamentária do ministério. Para você transformar aportes que estão vindo de renúncia fiscal em aportes que venham diretamente do orçamento, através de uma lei de fomento à produção artística, é preciso uma melhoria do nosso orçamento. Com o atual, não podemos fazer&nbsp;isso.”</p></blockquote>
<p>O ministro vai encarar o Congresso este ano com mudanças na atual Lei Rouanet. Enquanto o debate político não pega na mídia, O Estadão aproveitou para criticar o cantor na abertura do Festival de Verão de Salvador. Mas, se os Mesquitas não estão indo com a cara do ministro, os digitalizados estão. Vídeos do show do cantor com Ivete Sangalo estiveram no topo das paradas de acesso nos canais do YouTube no começo da semana. E do YouTube vem a novidade que recolocou Gil na imprensa nesta&nbsp;terça-feira.</p>
<p>O que atraiu O Globo, Folha de S.Paulo, Jornal do Brasil e a cobertura tecnológica da web foi o empurrão de Gil (ou seriam os músicos que estão sendo empurrados) para a tendência aberta e livre da comunicação digital. Conforme os jornais, Gilberto Gil se tornou o primeiro artista brasileiro com um canal exclusivo no&nbsp;YouTube.</p>
<p>O presidente do Google Brasil, Alexandre Hohagen, afirmou que existem planos de criar outros canais de artistas brasileiros. "A idéia é que seja um canal democrático para que artistas mostrem seus trabalhos. Queremos ver artistas surgindo a partir do YouTube", disse Hohagen na Folha.</div>
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		<title>Políticas culturais em O Estado do Maranhão</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 21:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yoda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<br/>Artigo de Itevaldo Júnior colocou em pauta as Políticas Culturais em O Estado do Maranhão. Segundo ele, a ausência, o autoritarismo e a instabilidade têm sido as principais características do que foi formulado para o&#160;setor.
"A ausência de políticas públicas é percebida desde o Brasil Colônia, com a inexistência ou lacuna de políticas. O autoritarismo aparece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>Artigo de Itevaldo Júnior colocou em pauta as Políticas Culturais em O Estado do Maranhão. Segundo ele, a ausência, o autoritarismo e a instabilidade têm sido as principais características do que foi formulado para o&nbsp;setor.</p>
<blockquote><p><span class="dquo">"</span>A ausência de políticas públicas é percebida desde o Brasil Colônia, com a inexistência ou lacuna de políticas. O autoritarismo aparece nos períodos em que o Estado assume um papel mais ativo e, por conseguinte, enfrenta a tradição de ausência, além de ser evidenciado por uma estrutura desigual e elitista. E por fim, a instabilidade seria a soma da ausência com o autoritarismo, representada por fatores como fragilidade organizacional, ausência de políticas mais permanentes, descontinuidades administrativas e agressões em situações autoritárias, entre&nbsp;outras."</p></blockquote>
<p>Nos anos 80, com a chamada Nova República – governo José Sarney – os ventos abanaram favoravelmente para o setor cultural, com a criação do <span class="destaque">Ministério da Cultura</span>. A gestão <span class="caps">FHC</span> efetivou uma política de cessão de responsabilidade das decisões sobre a cultura para a iniciativa privada, na medida em que a principal, e quase única ação do governo foi o fortalecimento da utilização dos mecanismos da Lei&nbsp;Rouanet.</p>
<p>Otimista, Itevaldo Júnior afirma que o conceito de cultura foi ampliado e as políticas culturais passaram abarcar, para além da cultura da erudição, do espetáculo, as diversas culturas construídas no cotidiano, antes alijadas desse processo, como dos povos indígenas, dos afro-descendentes e de todos os matizes populares.
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